quinta-feira, 17 de julho de 2014
quarta-feira, 30 de abril de 2014
RESENHA DO DOCUMENTÁRIO “PRO DIA NASCER FELIZ”
O documentário “Pro dia nascer feliz”
dirigido por João Jardim, mostra o sistema educacional abordado em sua
realidade escolar. Nele foram exibidos os contextos sociais, econômicos e
culturais, sob um ponto de vista onde o episódio que constitui a estrutura
educacional acaba sendo assinalado pela expectativa da instituição, do aluno,
do professor e de certa maneira, da família.
As cenas exibidas são 1962 e mostram uma
época marcada por uma aglomeração de jovens rebelados e congregados a um
vandalismo descomedido, onde poucos jovens conseguem o diploma do 2º grau e
menos ainda, conseguem frequentar uma universidade, por motivo de desinteresse.
Assim, percebe-se que a finalidade do
documentário foi mostrar a realidade das escolas públicas em diferentes regiões.
As escolas públicas, em algumas cidades brasileiras, apresentam uma estrutura
defasada, ausência de professores, dificuldades de acesso e locomoção, entre
outros problemas comumente conhecidos. Dessa forma, torna-se notório a
diferença que se abre em relação à escola publica e a escola privada, bem como
a relação aluno e escola, dando realce a questões de desigualdade social que
acaba expondo os alunos a uma realidade de pobreza e violência que culminam em
uma mediana educação requerida pelo estado.
O documentário torna evidente que os
problemas enfrentados na escola estão presentes em vários lugares do país, e se
diferenciam apenas nos aspectos culturais de uma região à outra.
É preciso que os governantes olhem com
atenção as condições de trabalho dos profissionais da educação, a fim de
valoriza-los e dá-lhes condições de viver dignamente.
Disponível em:
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Exemplos de atitudes que deram certo
Para mudar o sistema educacional no
Brasil, muitas atitudes precisam ser tomadas e muitos precisam se envolver na
discussão de como deve ser a escola de qualidade. Duas cidades brasileiras se
destacaram no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), por buscar
melhorias no sistema educacional da cidade e assim motivar a participação de
todos pela educação. Nesses municípios, para chegar ao resultado esperado, à
secretaria de educação do município reuniu os gestores escolares e procurou
conhecer as dificuldades de cada escola, em seguida, contaram com a ajuda dos
professores que participaram da escolha do material a ser trabalhado em sala de
aula e dos pais que foram convidados a participar da escola, interagindo nas
reuniões. A educação só pode acontecer com a participação dos governantes, da
comunidade, professores, pais e alunos. Todos têm que fazer sua parte. É
importante observar os resultados de municípios que deram certo para que
possamos inovar o ensino. O vídeo chamou minha atenção porque ele mostrar
escolas que acreditam na possibilidade de melhorias na educação.
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=3ddMlRKzbBU
terça-feira, 22 de abril de 2014
A tecnologia na sala de aula
O artigo publicado pela página do Gazeta
do Povo sobre o “Uso das novas tecnologias em sala de aula” apresenta a
tecnologia com algo, em primeiro momento impactante, pois existe um desafio
para os docentes que devem acompanhar o avanço da tecnologia afim de não ficar
a mercê de uma aula monótona e repetitiva, mas também mostra o uso da
tecnologia como algo positivo para ajudar nas aulas, que podem se tornar mais dinâmicas.
Muitos professores já perceberam que a tecnologia tende a ser uma ferramenta
para auxiliar nas aulas e na realização de atividades. Partindo dessa ideia,
podemos dizer que aluno e professor tende a se aproximar, pois o aluno começar
a interagir na aula e deixa de ser apenas um receptor do conteúdo, passando a
ser um integrante na formação do conhecimento.
Uso das novas tecnologias em sala de aula

Em um mundo tecnológico, integrar novas tecnologias à sala de aula ainda é pouco frequente e um desafio para docentes. Em muitos casos, a formação não considera essas tecnologias, e se restringe ao teórico, ou seja, o professor precisa buscar esse conhecimento em outros espaços. Isso nem sempre funciona, pois frequentar cursos de poucas horas nem sempre garante ao professor segurança e domínio dessas tecnologias.
Embora alguns ainda se sintam inseguros e despreparados, muitos educadores já perceberam o potencial dessas ferramentas e procuram levar novidades para a sala de aula, seja com uma atividade prática no computador, com videogame, tablets e até mesmo com o celular.
O fato é que o uso dessas tecnologias pode aproximar alunos e professores, além de ser útil na exploração dos conteúdos de forma mais interativa. O aluno passa de mero receptor, que só observa e nem sempre compreende, para um sujeito mais ativo e participativo. O ideal seria testar as novas tecnologias e identificar quais se enquadram na realidade da escola e dos alunos. Uma das dificuldades é a falta de infraestrutura de algumas escolas e a falta de formação de qualidade para os professores quanto ao uso dessas novas tecnologias.
A tecnologia também auxilia o professor na busca por conteúdos a serem trabalhados. O Google, por exemplo, criou um espaço próprio para a educação, o Google Play for Education – que será lançado no segundo semestre, sendo a versão em português ainda sem data de lançamento. A finalidade é auxiliar professores que buscam atividades educacionais com tecnologia. O programa faz uma peneira por disciplina e série para sugerir aplicativos educacionais específicos para tablets. O professor pode, por exemplo, criar um grupo da sala em que todos os alunos poderão acessar o aplicativo, facilitando a participação.
Hoje, com todos os avanços, existe a necessidade de adequação, de abertura para o novo, a fim de tornar as aulas mais atraentes, participativas e eficientes. A ideia não é abandonar o quadro negro, mas usar das novas tecnologias em sala de aula.
Embora alguns ainda se sintam inseguros e despreparados, muitos educadores já perceberam o potencial dessas ferramentas e procuram levar novidades para a sala de aula, seja com uma atividade prática no computador, com videogame, tablets e até mesmo com o celular.
O fato é que o uso dessas tecnologias pode aproximar alunos e professores, além de ser útil na exploração dos conteúdos de forma mais interativa. O aluno passa de mero receptor, que só observa e nem sempre compreende, para um sujeito mais ativo e participativo. O ideal seria testar as novas tecnologias e identificar quais se enquadram na realidade da escola e dos alunos. Uma das dificuldades é a falta de infraestrutura de algumas escolas e a falta de formação de qualidade para os professores quanto ao uso dessas novas tecnologias.
A tecnologia também auxilia o professor na busca por conteúdos a serem trabalhados. O Google, por exemplo, criou um espaço próprio para a educação, o Google Play for Education – que será lançado no segundo semestre, sendo a versão em português ainda sem data de lançamento. A finalidade é auxiliar professores que buscam atividades educacionais com tecnologia. O programa faz uma peneira por disciplina e série para sugerir aplicativos educacionais específicos para tablets. O professor pode, por exemplo, criar um grupo da sala em que todos os alunos poderão acessar o aplicativo, facilitando a participação.
Hoje, com todos os avanços, existe a necessidade de adequação, de abertura para o novo, a fim de tornar as aulas mais atraentes, participativas e eficientes. A ideia não é abandonar o quadro negro, mas usar das novas tecnologias em sala de aula.
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Força de vontade faz a diferença
O vídeo apresentado pelo
Fantástico mostra uma escola do Rio de Janeiro que transformou a sala de aula
num lugar mais interessante para diminuir o abandono. A escola pensou em uma
alternativa para tornar o ambiente escolar mais atrativo e criativo para os
alunos. “Toda criança adora aprender, o que ela não quer é estudar”. Um dos
motivos que faz o aluno abandonar a escola é que ele não ver sentido em
está na escola, pois o mesmo notar que os conteúdos não estão de acordo com a
sua realidade, ou melhor, os conteúdos ministrados não são atrativos aos
alunos. A escola entrevistada pelo Fantástico mostra outra realidade, onde os
professores inovaram o sistema de ensino. Confiram, pois é muito interessante
este vídeo.
Escola do Rio
transforma sala de aula num lugar mais interessante para reduzir abandono
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=3YQnE_XiZto
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Reflexão sobre a educação do país
O presente artigo apresenta uma
análise das ações do governo em prol da educação, onde podemos perceber que o
Brasil despertou sua atenção de maneira tardia para a importância da educação.
É por meio da educação que o país
tende a se desenvolver em todos os setores, seja ele economicamente,
culturalmente, socialmente, enfim... Para se atingir esse objetivo se faz necessário
apreender que a educação de um país precisa de ações de um conjunto de
colaboradores: união, governos federal, estadual e municipal, além de contar
com o esforço de vários profissionais da educação, como: professores, coordenadores,
gestores, pais, alunos e a sociedade.
A educação no país ainda tem
muitos desafios a enfrentar e é preciso valorizar os profissionais que se
engajam nessa perspectiva de que é através da educação que podemos construir um
país melhor.
Ministro faz Raio-X da educação básica no Brasil
ArtigoEm artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, nesta terça (11), Paim faz levantamento de ações do governo em prol da educaçãopor Portal BrasilPublicado: 11/03/2014 19:41Última modificação: 11/03/2014 19:41
O Ministro da
Educação, Henrique Paim, publicou artigo nesta terça-feira (11), no
jornal Folha de S. Paulo, intitulado Raio-X da
educação básica. Confira a íntegra:
Mudar o processo educacional brasileiro exige grande esforço, ainda mais
em um País que teve um despertar tardio para a importância da educação em seu
desenvolvimento.
O esforço é conjunto, pois, na educação básica, o sistema funciona em regime
de colaboração entre a União, Estados, Distrito Federal e municípios. Cada
Estado e cada município tem autonomia de seu sistema de ensino, cabendo à União
estabelecer diretrizes e apoiar técnica e financeiramente os entes federados na
cruzada pela educação com mais acesso, garantindo ao estudante uma trajetória
regular e de qualidade.
Em outra dimensão, o esforço é conjunto porque envolve uma gama de
atores: professores, gestores, os demais profissionais de educação, as
famílias, os estudantes e a sociedade. Sabemos que as políticas públicas
educacionais surtem efeito em médio e longo prazo. O investimento na construção
de escolas de educação infantil trará retorno para o Brasil daqui a 20 anos.
Isso porque uma criança que tem acesso a essa escola terá mais chance de
concluir a educação básica na idade própria e de se tornar um profissional mais
qualificado.
Por isso devemos enxergar os dados do Censo da Educação Básica de 2013
com dois olhares. O primeiro é o de que ainda temos muitos desafios pela frente.
O segundo, o de que devemos destacar os bons resultados dos esforços conjuntos.
Eles mostram que a educação básica no país avançou.
O crescimento de 7,5% nas matrículas das creches está associado a uma
política de financiamento, por meio do Fundeb, e de investimento em
infraestrutura para receber esse público. O governo federal tem como meta
contratar a construção de 6.000 creches até o final deste mandato da presidenta
Dilma, e o que foi feito até agora já permitiu que o atendimento aumentasse 73%
de 2007 para 2013.
No ensino fundamental, a redução de matrículas significa que o fluxo
escolar melhorou. Outra boa notícia é a ampliação da educação em tempo
integral. De 2010 para 2013, houve um crescimento de 139%, com o número de
matriculados saltando de 1,3 milhão para 3,1 milhões. Só no ano passado, esse
aumento foi de 45%. É importante ressaltar que, dos 3,1 milhões de matrículas,
3,07 milhões foram na rede pública. O MEC (Ministério da Educação) tem
repassado, em média, R$ 2 bilhões por ano para a ampliação da jornada escolar.
A partir do programa Mais Educação-Educação em Tempo Integral, que se
revelou uma estratégia bem-sucedida do MEC para a implantação da jornada
integral nas redes públicas, podemos acreditar que é factível a meta do Plano
Nacional de Educação – que espera aprovação no Congresso Nacional – de termos
25% dos alunos em tempo integral nos próximos dez anos.
Na educação profissional, saímos de 780 mil matrículas em 2007 para 1,44
milhão em 2013, um crescimento de 85%. Para isso, diversas políticas e ações
foram determinantes. A expansão das redes federal e estaduais de educação
profissional, científica e tecnológica foi uma delas. Outra foi o Pronatec,
prioridade do governo da presidenta Dilma, que chegará ao fim deste ano com 8
milhões de matrículas, sendo 2,4 milhões no ensino técnico.
Após a inclusão recente de milhões de estudantes, o ensino médio tem
hoje novos desafios. O aperfeiçoamento do currículo e a formação de professores
são pontos que já estamos enfrentando. O avanço passa também pela possibilidade
de profissionalização, oferecendo aos jovens, além da escolarização,
qualificação para o trabalho.
O Censo mostra que as políticas públicas estão dando resultados, mas nos
desafia a avançar na busca da melhoria da qualidade da educação para garantir o
desenvolvimento sustentável do País.
Motivando os leitores
O acompanhamento e incentivo do professor ajudam ao aluno a desenvolver a habilidade de leitura e estimula a pequenos passos relacionados a produções escritas. O professor tem um papel fundamental no desenvolvimento da criança e do jovem. Sabemos que muitos alunos possuem dificuldades com a leitura, a escrita e a interpretação textual, assim se faz necessário a criação de projetos voltados para essas dificuldades afim de amenizar a situação desses alunos e ajudar a despertar a curiosidade dos mesmos para produzir seus textos. Para isso, o professor deve elaborar um projeto de leitura e escrita e apresentar os diferentes gêneros textuais. O vídeo a seguir é parte de um projeto chamado de "Projeto crescer lendo e escrevendo", em minha opinião, é encantador, visto que a professora teve que mexer com os alunos para fazê-los participar do projeto.https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=SH2YFTIFJgk
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