sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Libras - É importante conhecer

O vídeo a seguir trata-se de uma animação sobre a importância da Libras para a comunidade surda. Como sabemos, o surdo enfrenta muitas barreiras para comunicar-se e expressar opiniões. Mesmo tendo sido incluída a linguagem de sinais nas repartições públicas de ensino, ainda são poucos os profissionais da educação que trabalham Libras nas escolas. 

Animação sobre importância da LIBRAS


https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ilHLd3Eb-L0


A cada dia uma nova conquista


Durante muito tempo as pessoas com surdez se depararam com uma sociedade da qual os excluíam, por acreditar que os surdos eram incapazes de aprender e ter um aprendizado significativo. Com o passar dos anos, os surdos que começaram a comunicasse por meio de gestos, foram lutando por seus direitos como cidadãos e conquistaram seu espaço. De acordo com a Lei nº 10.436/2002, foi reconhecida a virtude da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). Essa lei veio a garantir a inclusão dos surdos na educação e na sociedade.
A matéria a seguir mostra que pessoas surdas buscaram o curso de Licenciatura em Libras e se formaram para ensinar Libras às pessoas ouvintes.





Estudantes surdos se formam 





no curso de licenciatura em 






libras



Formatura em linguagem de sinais ocorreu nesta segunda-feira na USP.
Graduação a distância é da Universidade Federal de Santa Catarina. 

Vanessa FajardoDo G1, em São Paulo
Quarenta e três alunos surdos se formaram no curso de licenciatura em letras/libras (linguagem brasileira de sinais) à distância na noite desta segunda-feira (11) no auditório da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade de São Paulo (USP). A cerimônia em São Paulo reuniu apenas os estudantes que utilizaram a USP como polo presencial. A graduação é da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e atendeu estudantes de outros oito polos espalhados pelo Brasil.
formatuia surdos (Foto: Vanessa Fajardo/G1)Formanda recebe o canudo do professor, enquanto intérprete faz a tradução  (Foto: Vanessa Fajardo/G1)
O curso foi iniciado em outubro de 2006 e concluído em dezembro do ano passado. A cada 15 dias, no mínimo, sempre ao sábados, os estudantes participavam de aulas presenciais com videoconferências. O conteúdo foi baseado em disciplinas de pedagogia, linguística e tradução e interpretação.
A cerimônia de formatura foi acompanhada por intérpretes que a traduziam na linguagem de sinais e tinham sua imagem projetada em um telão. A cada formando que recebia o canudo, a turma chacoalhava as duas mãos para o alto, sinal que representa uma salva de palmas.
Com o diploma, os estudantes estão habilitados a atuar como professores de línguas de sinais, porém a maioria já está na área. É o caso de Neivaldo Augusto Zovico, que tem licenciatura em matemática, pós-graduação em educação de surdos e dá aula de matemática em libras em duas escolas para surdos em São Paulo. "Antigamente os surdos não tinham profissão, por isso cursos como estes quebram paradigmas. Muitas pessoas acham que nós nos comunicamos por meio de gestos. Mas não é isso, através das libras, temos nossas gírias, poesias e até piadas. Há um status de linguagem", diz Zovico, por meio de libras, traduzidas à reportagem por uma intérprete.
Sylvia Lia foi uma das formandas da noite (Foto: Vanessa Fajardo/G1)Sylvia Lia foi uma das formandas do polo de São
Paulo (Foto: Vanessa Fajardo/G1)
Sylvia Lia Grespan Neves, de 42 anos, também era uma das formandas. Ela já cursou biblioteconomia, pedagogia e fez mestrado em educação, mas afirma que a ocasião era especial porque era a primeira vez que se formava com colegas surdos. "Dou aulas de libras, fiz pedagogia, mas aqui o curso foi mais específico com estudos de gramática, que é o foco do meu trabalho", afirmou Sylvia, também em libras.
Sylvia nasceu surda e ensina a linguagem de sinais em universidades para estudantes ouvintes.
Para Eduardo Pereira Rocha, de 28 anos, a graduação foi só o primeiro passo da vida acadêmica. Ele trabalha como instrutor de libras, e pretende fazer pós-graduação na área de educação. "O primeiro desafio foi aprender a lidar com o ensino a distância. Mas valeu muito a pena porque além de conhecimento houve a troca de experiência entre os alunos", diz Rocha, por meio dos sinais.
Cerimônia foi totalmente traduzida (Foto: Vanessa Fajardo/G1)Cerimônia foi totalmente traduzida em libras por
intérpretes (Foto: Vanessa Fajardo/G1)
Nas atividades em casa durante o curso, os alunos assistiam a vídeos em libras, tinham espaço para postar outros vídeos, além de propor fóruns de discussão.
A coordenadora geral do curso a distância, Marianne Stumpf, de 37 anos, que também é surda, disse que os conhecimentos adquiridos pelos formandos devem ser multiplicados para que haja uma mudança sobre a visão do profissional surdo.
Para Tarcísio de Arantes Leite, de 34 anos, que foi o tutor do polo de São Paulo e dá aulas no curso presencial em Santa Catarina, os docentes desta área precisam reaprender antes de ensinar. "Quem trabalha com surdez precisa repensar o estudo, que geralmente é feito com base nas línguas orais. Também é necessário conhecer a realidade do aluno e adaptar o ensino." Leite lembra que geralmente o surdo tem dificuldade com a língua portuguesa e nem sempre lê ou escreve bem.
A Universidade Federal de Santa Catarina oferece também o curso presencial de licenciatura em libras, além do bacharelado em libras que habilita o profissional a atuar como intérprete e tradutor.

Disponível em: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2011/04/estudantes-surdos-se-formam-no-curso-de-licenciatura-em-libras.html

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Etapas de instalação de um aterro sanitário e as vantagens dos aterros controlados


Aterros sanitários tornam-se uma solução imediata para amenizar os problemas causados pelo crescente aumento da produção do lixo, seja ele residencial, industrial, orgânico, etc. Ele funciona como uma espécie de reservatório onde são depositados os resíduos sólidos produzidos pela ação humana.
Para construir um aterro sanitário, faz-se necessário uma analise das questões ambientais, pois é preciso ter uma preocupação com a preservação do meio ambiente. Geralmente, os aterros são construídos longe dos centros urbanos e carece de alguns cuidados especiais que estabelecem um controle da quantidade e do tipo de lixo, além de monitoramento ambiental.Em geral, o solo precisa de uma elaboração para nivelar e compactar. Há uma selagem da base com argila e manta de polietileno de grande massa volumar para impedir a contaminação do solo pelo chorume, que é uma substância líquida oriunda do processo de decomposição dos resíduos sólidos. O lixo coletado é compactado por tratores e coberto com terra para evitar o mau cheiro e os insetos. Nas camadas de lixo, são colocados drenos para transportar os líquidos e gases para serem usados para gerar energia.

 

Os aterros controlados são zonas intermediarias entre o lixão e o aterro sanitário. São locais que ganham capelo de argila e grama. Nesse processo, faz-se a apreensão dos gases e do chorume. O biogás é fisgado e carbonizado e parte do chorume é recolhida da superfície. A vantagem nesse processo é que o aterro recebe diariamente cobertura de terra, que evita qualquer possibilidade do lixo ficar exposto, atraindo animais e insetos.



Referências bibliográficas
Responsabilidade Ambiental. http://www.novohorizonteambiental.com.br/noticias/2013/junho/responsabilidade-ambiental.htmlAterro Sanitário - Brasil Escola. http://www.brasilescola.com/biologia/aterro-sanitario.htmComo funciona um aterro sanitário - Época - Globo. http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/o-caminho-do-lixo/noticia/2012/01/como-funciona-um-aterro-sanitario.htmlEcoD Básico: Lixão, Aterro controlado e Aterro sanitário – Rumo Sustentável. http://www.rumosustentavel.com.br/ecod-basico-lixao-aterro-controlado-e-aterro-sanitario/

quarta-feira, 30 de abril de 2014

RESENHA DO DOCUMENTÁRIO “PRO DIA NASCER FELIZ”


O documentário “Pro dia nascer feliz” dirigido por João Jardim, mostra o sistema educacional abordado em sua realidade escolar. Nele foram exibidos os contextos sociais, econômicos e culturais, sob um ponto de vista onde o episódio que constitui a estrutura educacional acaba sendo assinalado pela expectativa da instituição, do aluno, do professor e de certa maneira, da família.
As cenas exibidas são 1962 e mostram uma época marcada por uma aglomeração de jovens rebelados e congregados a um vandalismo descomedido, onde poucos jovens conseguem o diploma do 2º grau e menos ainda, conseguem frequentar uma universidade, por motivo de desinteresse.
Assim, percebe-se que a finalidade do documentário foi mostrar a realidade das escolas públicas em diferentes regiões. As escolas públicas, em algumas cidades brasileiras, apresentam uma estrutura defasada, ausência de professores, dificuldades de acesso e locomoção, entre outros problemas comumente conhecidos. Dessa forma, torna-se notório a diferença que se abre em relação à escola publica e a escola privada, bem como a relação aluno e escola, dando realce a questões de desigualdade social que acaba expondo os alunos a uma realidade de pobreza e violência que culminam em uma mediana educação requerida pelo estado.
O documentário torna evidente que os problemas enfrentados na escola estão presentes em vários lugares do país, e se diferenciam apenas nos aspectos culturais de uma região à outra.
É preciso que os governantes olhem com atenção as condições de trabalho dos profissionais da educação, a fim de valoriza-los e dá-lhes condições de viver dignamente.

Disponível em:

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Exemplos de atitudes que deram certo

Para mudar o sistema educacional no Brasil, muitas atitudes precisam ser tomadas e muitos precisam se envolver na discussão de como deve ser a escola de qualidade. Duas cidades brasileiras se destacaram no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), por buscar melhorias no sistema educacional da cidade e assim motivar a participação de todos pela educação. Nesses municípios, para chegar ao resultado esperado, à secretaria de educação do município reuniu os gestores escolares e procurou conhecer as dificuldades de cada escola, em seguida, contaram com a ajuda dos professores que participaram da escolha do material a ser trabalhado em sala de aula e dos pais que foram convidados a participar da escola, interagindo nas reuniões. A educação só pode acontecer com a participação dos governantes, da comunidade, professores, pais e alunos. Todos têm que fazer sua parte. É importante observar os resultados de municípios que deram certo para que possamos inovar o ensino. O vídeo chamou minha atenção porque ele mostrar escolas que acreditam na possibilidade de melhorias na educação.


https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=3ddMlRKzbBU

terça-feira, 22 de abril de 2014

A tecnologia na sala de aula


O artigo publicado pela página do Gazeta do Povo sobre o “Uso das novas tecnologias em sala de aula” apresenta a tecnologia com algo, em primeiro momento impactante, pois existe um desafio para os docentes que devem acompanhar o avanço da tecnologia afim de não ficar a mercê de uma aula monótona e repetitiva, mas também mostra o uso da tecnologia como algo positivo para ajudar nas aulas, que podem se tornar mais dinâmicas. Muitos professores já perceberam que a tecnologia tende a ser uma ferramenta para auxiliar nas aulas e na realização de atividades. Partindo dessa ideia, podemos dizer que aluno e professor tende a se aproximar, pois o aluno começar a interagir na aula e deixa de ser apenas um receptor do conteúdo, passando a ser um integrante na formação do conhecimento. 

Uso das novas tecnologias em sala de aula


Em um mundo tecnológico, integrar novas tecnologias à sala de aula ainda é pouco frequente e um desafio para docentes. Em muitos casos, a formação não considera essas tecnologias, e se restringe ao teórico, ou seja, o professor precisa buscar esse conhecimento em outros espaços. Isso nem sempre funciona, pois frequentar cursos de poucas horas nem sempre garante ao professor segurança e domínio dessas tecnologias.
Embora alguns ainda se sintam inseguros e despreparados, muitos educadores já perceberam o potencial dessas ferramentas e procuram levar novidades para a sala de aula, seja com uma atividade prática no computador, com videogame, tablets e até mesmo com o celular.
O fato é que o uso dessas tecnologias pode aproximar alunos e professores, além de ser útil na exploração dos conteúdos de forma mais interativa. O aluno passa de mero receptor, que só observa e nem sempre compreende, para um sujeito mais ativo e participativo. O ideal seria testar as novas tecnologias e identificar quais se enquadram na realidade da escola e dos alunos. Uma das dificuldades é a falta de infraestrutura de algumas escolas e a falta de formação de qualidade para os professores quanto ao uso dessas novas tecnologias.
A tecnologia também auxilia o professor na busca por conteúdos a serem trabalhados. O Google, por exemplo, criou um espaço próprio para a educação, o Google Play for Education – que será lançado no segundo semestre, sendo a versão em português ainda sem data de lançamento. A finalidade é auxiliar professores que buscam atividades educacionais com tecnologia. O programa faz uma peneira por disciplina e série para sugerir aplicativos educacionais específicos para tablets. O professor pode, por exemplo, criar um grupo da sala em que todos os alunos poderão acessar o aplicativo, facilitando a participação.
Hoje, com todos os avanços, existe a necessidade de adequação, de abertura para o novo, a fim de tornar as aulas mais atraentes, participativas e eficientes. A ideia não é abandonar o quadro negro, mas usar das novas tecnologias em sala de aula.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Força de vontade faz a diferença

O vídeo apresentado pelo Fantástico mostra uma escola do Rio de Janeiro que transformou a sala de aula num lugar mais interessante para diminuir o abandono. A escola pensou em uma alternativa para tornar o ambiente escolar mais atrativo e criativo para os alunos. “Toda criança adora aprender, o que ela não quer é estudar”. Um dos motivos que faz o aluno abandonar a escola é que ele não ver sentido em está na escola, pois o mesmo notar que os conteúdos não estão de acordo com a sua realidade, ou melhor, os conteúdos ministrados não são atrativos aos alunos. A escola entrevistada pelo Fantástico mostra outra realidade, onde os professores inovaram o sistema de ensino. Confiram, pois é muito interessante este vídeo.
 
Escola do Rio transforma sala de aula num lugar mais interessante para reduzir abandono


Disponível em: https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=3YQnE_XiZto