quinta-feira, 20 de junho de 2013


A IMPORTÂNCIA DO FÍGADO


fígado é a maior glândula do corpo humano e pode executar mais de 500 funções. Encontra-se na região abdominal, do lado direito, logo abaixo do diafragma. Pode pesar até 1,5 kg. É um órgão bastante vascularizado, recebendo cerca de 70% do seu sangue proveniente da veia porta e o restante pela artéria hepática. Os nutrientes absorvidos pelo intestino chegam ao fígado pela via linfática. No fígado são metabolizados e acumulados. As substâncias tóxicas absorvidas são neutralizadas e eliminadas através da bile. O fígado possui atividade endócrina e exócrina.

Anatomia


O fígado é dividido em duas regiões principais: o lobo direito e o lobo esquerdo. O fígado está preso anteriormente a parede abdominal pelo ligamento falciforme, que é uma prega que separa os dois lobos.

Recebe sangue oxigenado proveniente da aorta através da artéria hepática e recebe sangue venoso do intestino, pâncreas e baço pela veia porta hepática. Conforme o sangue atravessa o fígado, os nutrientes são modificados. Por minuto, cerca de 1,5 L de sangue passa pelo fígado.
Os compartimentos hexagonais do fígado são chamados lóbulos hepáticos.
As células hepáticas são chamadas de hepatócitos.



Principais funções

  • Hemocarotese: também participa da destruição das hemácias.
  • Integração dos mecanismos energéticos
  • Emulsificação de gorduras da digestão secretando bile como produto final.
  • Armazenar e metabolizar vitaminas
  • Armazenar e metabolizar glicose
  • Desintoxicação de toxinas internas e externas
  • Conversão de amônia em uréia
  • Filtragem de impurezas


Importância

Uma vez com falência em suas células, suas funções não são recuperadas. Porém, um único pedaço transplantado pode salvar a vida de uma pessoa, pois o órgão tem capacidade de regeneração.
O fígado é extremamente importante para o organismo e lesões nele podem levar o indivíduo à morte.
Patologias
As hepatites são as patologias mais conhecidas. Existem também insuficiência hepática, fibroses e cirroses. O alto consumo de álcool é muito prejudicial ao fígado. Algumas patologias podem levar o indivíduo à morte.







Função do pâncreas


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PÂNCREAS


Pâncreas, órgão dentro do corpo que desempenha um importante papel na digestão da comida, também produz a insulina, o principal químico no corpo responsável pelo equilíbrio dos níveis de açúcar no sangue.

Localização


pâncreas mede 10 polegadas e localiza-se atrás do estômago, no lado esquerdo do corpo. Seu formato é parecido com o de um girino, com uma cabeça e uma cauda longa. A cabeça é achatada no intestino, dentro do qual o estômago esvazia os alimentos parcialmente digeridos. O pâncreas também é conectado ao fígado e ao intestino.
Função do pâncreas
pâncreas produz químicos chamados enzimas. Estas são essenciais à digestão dos alimentos, pois os quebram em partículas bem pequenas, o que facilita a absorção pelo organismo.
As enzimas são produzidas em pequenas glândulas no pâncreas e, depois, circulam pelo órgão dentro da primeira parte do intestino. Os sucos digestivos produzidos no pâncreas não são ativos até que tenham alcançado o intestino. As principais enzimas produzidas pelo pâncreas são a amilase, importante na digestão dos carboidratos (alimentos, como pão e batatas), a tripsina, que digere proteína (desde carne, queijo, leite e legumes, como grãos) e a lipase, que digere a gordura.
A glicose consiste na fonte de energia do corpo. Seu nível é controlado pela insulina, também produzida no pâncreas. Se o órgão não está trabalhando adequadamente e não está produzindo insulina como deveria, então uma condição chamada diabetes pode desenvolver.

Pancreatite




pancreatite é uma inflamação do pâncreas, uma condição potencialmente muito séria. Às vezes, é observada em pessoas com HIV e pode ser causada por alguns medicamentos anti-HIV ou outras medicações. Entretanto, a pancreatite é mais comumente causada por ingestão de álcool em demasiado.
Os sintomas incluem enjoo e dor, podendo ser muito grave, na área onde há a junção das costelas com meio do peito. A barriga também pode estar bem macia e dolorosa ao tocar. Se o pâncreas deixa de trabalhar apropriadamente, a comida não será digerida adequadamente, o que pode causar perda de peso e diarreia. Esta é clara e com mau cheiro devido à gordura não digerida.
O medicamento anti-HIV ddI pode causar pancreatite. Muito raramente, medicamentos anti-HIV da mesma categoria do ddI (NRTIs – inibidores de trana-se reversa nucleosídeos) levam também à pancreatite. As pessoas que apresentam outros fatores de risco para o desenvolvimento da pancreatite, particularmente o beber em demasiado e contagem de células CD4 muito baixa, possuem risco maior de desenvolver pancreatite se estiverem tomando ddI. Além disso, as pessoas que estão recebendo, ao mesmo tempo, tratamento para HIV ? incluindo o ddI ? e tratamento para hepatite C parecem apresentar mais risco de desenvolver a condição.
Em algumas pessoas, a pancreatite não causa mais do que sintomas muito leves ou mudanças nos níveis de enzima, as quais só podem ser detectadas com exames de sangue. Entretanto, em casos mais extremos, a pancreatite pode ser fatal. Em algumas pessoas, um ataque inicial de pancreatite possivelmente causará danos e levará a uma doença de longo prazo chamada pancreatite crônica.

Fonte: www.aidsmap.com
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domingo, 16 de junho de 2013

A importância da insulina no metabolismo

Quando os níveis glicêmicos e insulinêmicos diminuem, um outro hormônio (glucagon) também liberado pelo pâncreas (células alfa), entra em ação, porque de alguma forma o organismo precisa compensar essa "falta" de glicose para que a glicemia não caia a níveis comprometedores. Então lança mão da glicogenólise (degradação do glicogênio convertido em glicose) para impedir que a concentração de glicose caia a níveis muito baixos, porém, depois de aproximadamente 8 horas as reservas de glicogênio hepático são deletadas e neste intervalo uma nova via é acionada: a gliconeogênese. Mesmo depois do consumo de todo o glicogênio hepático sob a influência do glucagon, a continuação da infusão deste hormônio ainda causa uma hiperglicemia mantida, por meio da transmissão de aminoácidos para convertê-los em glicose pelo fígado, para o fornecimento de energia. Logo, pode-se notar que as concentrações da glicose sanguínea é o fator mais potente que controla a secreção do glucagon. A maior parte da glicose formada pela gliconeogênese é empregada para o metabolismo neural. O organismo se adapta a nova situação, e evita que o pâncreas libere qualquer quantidade de insulina para evitar que as escassas reservas de glicose disponíveis possam ser usadas pelos músculos e outros tecidos periféricos deixando o cérebro sem uma fonte de nutrição.Dessa forma, de acordo com as necessidades do organismo, o pâncreas é colocado para secretar insulina ou glucagon, dependendo da atividade metabólica a ser desenvolvida, utilizando energia das ligações químicas liberadas pelo catabolismo da glicose durante a respiração celular ou processo de fermentação lática.

A importância da insulina no organismo


A insulina é a hormona produzida pelo pâncreas, a sua função é transportar o açúcar ou glicose às células para que o nosso corpo disponha da energia necessária.
Devemos ter em conta que todo o açúcar que entra no nosso sangue não provêm unicamente dos alimentos doces e do açúcar de mesa, mas de todos os alimentos ricos em hidratos de carbono ingeridos com a alimentação. Todos os hidratos de carbono durante o processo digestivo transformam-se em glicose (açúcar) na corrente sanguínea. A glicose é o alimento das células e o nosso cérebro alimenta-se exclusivamente de glicose. A glicose é o combustível do cérebro.
O problema surge quando os níveis de açúcar (glicose) aumentam no sangue. Para solucionar este problema o pâncreas vê-se obrigado a segregar mais insulina.


Fosforilação oxidativa

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Ciclo de Krebs 

O ciclo de Krebs, ou ciclo do ácido cítrico, é uma sequência circular de oito reações que ocorre na matriz mitocondrial. Nessas reações, os grupos acetil (que provêm dos dois piruvatos que, por sua vez, vieram da glicose) são degradados em duas moléculas de gás carbônico, ao mesmo tempo que quatro elétrons são transferidos para três NAD e um FAD, e uma molécula de ATP é formada por fosforilação pelo nível de substrato.
Para entrar no ciclo do ácido cítrico, o piruvato deve ser, primeiramente, descarboxilado, liberando CO2 e formando NADH. A molécula de gás carbônico produzida será, tal qual outras resultantes do ciclo de Krebs, excretada no nível dos alvéolos pulmonares, no processo conhecido como respiração sistêmica.
A molécula com dois carbonos (grupo acetil) combina-se com a coenzima A, formando a acetil-CoA. radicais acetil provindos de lipídios também entram no ciclo de Krebs como acetil-CoA. Alguns aminoácidos oriundos do catabolismo de proteínas podem ser convertidos em intermediários do ciclo de Krebs.
Durante as reações do ciclo, são retirados hidrogênios do acetil e estes são passados para os nucleotídios NAD+ e FAD, que levam estes hidrogênios para as cristas mitocondriais, onde acontece a fosforilação oxidativa, que gera ATP.
Noprocesso de fosforilação oxidativa ocorrem: o transporte de elétrons; a síntese de ATP por meio de uma enzima; o consumo de oxigênio molecular e a produção de moléculas de água.

MITOCÔNDRIA

Ciclo de Krebs
1 – Citrato sintetase
2 – Aconitase
3 – Isocitrato desidrogenase
4 – Alfacetoglutarato desidrogenase
5 – Succinil CoA sintetase
6 – Succinato desidrogenase
7 – Fumarase
8 – Malato desidrogenase.
PRODUÇÃO ENERGÉTICA: 3 NADH + 1 FADH + 1 ATP
Ciclo de Krebs

 FERMENTAÇÃO LÁCTICA E ALCOÓLICA

 A fermentação é um processo metabólico,  que com a ajuda de alguns microorganismos, obtém energia a partir dos nutrientes tratando-se assim de um processo catabólico, ou seja, é um processo que conduz, através de várias reações , à degradação de moléculas complexas formando moléculas mais simples, havendo libertação de energia. Consiste em múltiplas reações redox (oxidação-redução) catalizadas por enzimas na ausência do oxigênio sendo obtido basicamente ATP. Os microorganismos servem-se da glicose, sendo uma das vias metabólicas mais comum  que conduz  à fermentação desta molécula, a glicólise.A glicólise permite que através do consumo da glicose e de ATP seja obtido 2 ácidos pirúvidos  e 4 ATP.
Glicólise


Fermentação Láctica
É um processo metabólico no qual é utilizado a glicose (com a ajuda de bactérias como a Lactobacillus e Streptococcus, no caso do queijo fresco a ser produzido na actividade não sabemos se foram utilizadas enzimas ou bactérias) de modo a  efectuar a glicólise que vai permitir adquirir ácido pirúvico. A redução do piruvato e respectiva combinação com o hidrogénio transportado pelo NADH vai levar à produção de ácido láctico. Através desta fermentação podemos fabricar alimentos como o iogurte e o queijo.



Fermentação Alcoólica
É caracterizada pela produção de etanol e dióxido de carbono.Este processo é realizado por fungos (leveduras) quando colocados em condições anaeróbicas ou seja na ausência do oxigénio.As bebidas alcoólicas como a cerveja, e o pão são possíveis produtos da utilização desta fermentação na indústria.O etanol (produto final) provém da redução do aldeido acético (formado por descarboxilação do piruvato). O rendimento energético da fermentação alcoólica é de 2 ATP provenientes o processo da glicólise.
Fermentação Alcoólica