quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Replicação do DNA
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=-o-iphbLTSM

quarta-feira, 30 de outubro de 2013




Talassemia


A talassemia é um tipo de anemia crônica e hereditária, ou seja, que passa de pais para filhos. Ela não é transmitida pelo contato físico, nem pelo ar, água ou sangue. Essa doença é diferenciada por ser uma deformidade genética que deriva em redução da produção de um dos dois tipos de cadeias que formam a molécula de hemoglobina. Dependendo dos genes envolvidos, o defeito é identificado como a-talassemia (defeito na cadeia alfa) ou b-talassemia (defeito na cadeia beta). No Brasil, o tipo mais comum é o b-talassemia que pode se dividir em: talassemia minor, talassemia major e talassemia intermédia.
A pessoa com talassemia pode levar uma vida normal, desde que siga as orientações de um especialista. A Associação Brasileira de Talassemia (ABRASTA) possui um papel fundamental na ajuda às pessoas que tem talassemia, pois ela pode orientar sobre os novos tratamentos, dá assistência psicológica e jurídica.
O vídeo abaixo esclarece sobre o que é talassemia, como o portador de talassemia pode fazer para levar uma vida normal e como pode ser diagnosticado um portador dessa anemia crônica. Como já mencionado, ela está dividida em três tipos, o tipo mais agressivo é chamado de talassemia major, onde o portador deve fazer transfusões de sangue durante toda a vida. O transplante de medula óssea e células tronco do cordão umbilical são possibilidades de cura para pessoas com talassemia.
Além disso, o vídeo é um apoio aos portadores de talassemia, pois ele orienta e divulga o trabalho desenvolvido pela Associação Brasileira de Talassemia (ABRASTA).


Disponível em: https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=4mrMkXTVJTY. Acesso no dia 30/10/13.
Leia mais em: 
http://www.saude.sp.gov.br/ses/perfil/gestor/homepage/acesso-rapido/grupo-de-sangue-componentes-e-derivados-hemorrede/o-que-e-talassemia
http://drauziovarella.com.br/letras/t/talassemia/
http://www.infoescola.com/doencas/talassemia/Acesso no dia 30/10/13.

Doenças hematológicas - O que é Anemia?


Anemia é o nome comum de uma série de categorias distinguidas pela ausência na concentração da hemoglobina (elemento do sangue com a função de transportar oxigênio dos pulmões para nutrir todas as células do organismo) ou na produção das hemácias (o mesmo que eritrócitos ou glóbulos vermelhos). Ou seja, a anemia é a condição na qual a hemoglobina no sangue está abaixo do normal como resultado da carência de um ou vários nutrientes que são essenciais para o bom funcionamento de nosso corpo. Falta de ferro, zinco, vitamina B12 e proteínas podem causar anemias.
Elas podem ser agudas ou crônicas, adquiridas ou hereditárias. São agudas, quando há perda expressiva e acelerada de sangue, o que pode acontecer nos acidentes, cirurgias, sangramentos gastrintestinais, etc. As crônicas são provocadas por doenças de base, algumas hereditárias (talassemia e anemia falciforme, por exemplo) e outras adquiridas, como as que ocorrem por deficiência nutricional, na gestação, por deficiência de ferro (anemia ferropriva, a mais comum), por carência da vitamina B12 ou de ácido fólico (anemia megaloblástica).
Crianças, gestantes, lactantes (mulheres que estão amamentando), meninas adolescentes e mulheres adultas em fase de reprodução são as pessoas mais comprometidas pela anemia. Isso não quer dizer que os homens não sejam afetados, os homens na fase da adolescência, adulta e até os idosos podem ser comprometidos pela anemia. O vídeo mostra informações de grande importância sobre a anemia, apontando as causas e efeitos que o quadro pode trazer a saúde.




Disponível em:
https://www.youtube.com/watch?v=2LLC0FqDuJk. Acesso no dia 30/10/13.

domingo, 27 de outubro de 2013


A importância do tecido muscular

O vídeo é um excelente material que explica como ocorre a atividade realizada pelo tecido muscular dentro de nosso corpo.
O tecido muscular constitui os músculos e está relacionado ao organismo de locomoção e ao processo de circulação de substâncias internas do corpo, decorrência da competência de contrair das fibras musculares em resposta a estímulos nervosos, aproveitando energia abastecida pela degradação da molécula de ATP.
Alguns músculos de nosso corpo necessitam de estímulos como é o caso do músculo esquelético, que é responsável por quase todos os movimentos do corpo. É ele que nos permite alcançar movimentos desde andar à expressar sentimentos.
Já a musculatura estriada cardíaca compõe as células binucleadas do miocárdio, acopladas por discos interpolados que aumentam a adesão entre as células. Assim, acontece a contração rítmica e forte, alimentando a circulação do sangue no corpo.
As células musculares cardíacas realizam o processo de auto-estimulação, não necessitando de um estimulo nervoso para começar a contratura. As contrações rítmicas realizadas pelo coração são provocadas e transportadas por uma organização de células musculares cardíacas transformadas que se encontram abaixo do endocárdio (tecido que reveste o coração).
Na musculatura lisa, as células são longas, espessas no centro e finas nas extremidades, com apenas um núcleo central. O mecanismo molecular de contração do músculo liso é diferente dos outros dois tipos, pois não existem sarcômeros nem troponina.
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=xsKtR8TsyMQ

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Tecido conjuntivo

O tecido conjuntivo é responsável pelo estabelecimento e conservação da forma do corpo, alcançando a ligação entre as diferentes células e órgãos, conservando unidos e dando sustentáculo maquinal. Este tecido funciona como suporte estrutural e é através dele que as células de defesa do nosso corpo se espalham. O vídeo abrange o tecido conjuntivo, os tipos de tecidos conjuntivos, quais as características e funções e nos permite absorver valiosas informações acerca deste assunto.





Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=v6L3mBIlAZc#t=38


Osteoporose é uma doença que necessita de cuidados


A osteoporose é uma doença que atinge mais rápido as mulheres, principalmente após o período da menopausa. Essa doença significa uma descalcificação progressiva dos ossos que se tornam frágil, tornando maior o risco de fraturas. Quando isso ocorre, o paciente deve buscar tratamento para amenizar as consequências da doença. O vídeo a seguir mostra um procedimento clinico e explica, de maneira simples, o que é osteoporose e quais as causas da doença, além de mencionar algumas maneiras de prevenir. 


A importância do tecido ósseo

O artigo abaixo relata a importância do tecido conjuntivo ósseo e traz inúmeras informações sobre a formação do tecido ósseo, sua composição e sua remodelação, com imagens que permitem uma melhor compreensão sobre a estrutura óssea.



Tecido conjuntivo ósseo


O tecido ósseo tem a função de sustentação e ocorre nos ossos do esqueleto dos vertebrados. É um tecido rígido graças à presença de matriz rica em sais de cálcio, fósforo e magnésio. Além desses elementos, a matriz é rica em fibras colágenas, que fornecem certa flexibilidade ao osso.
Os ossos são órgãos ricos em vasos sanguíneos. Além do tecido ósseo, apresentam outros tipos de tecido: reticular, adiposo, nervoso e cartilaginoso.
Por serem um estrutura inervada e irrigada, os ossos apresentam sensibilidade, alto metabolismo e capacidade de regeneração.
Quando um osso é serrado, percebe-se que ele é formado por duas partes: uma sem cavidades, chamada osso compacto, e outra com muitas cavidades que se comunicam, chamada osso esponjoso.
Essa classificação é de ordem macroscópica, pois quando essas partes são observadas no microscópio nota-se que ambas são formadas pela mesma estrutura histológica. A estrutura microscópica de um osso consiste de inúmeras unidades, chamadas sistemas de Havers. Cada sistema apresenta camadas concêntricas de matriz mineralizada, depositadas ao redor de um canal central onde existem vasos sanguíneos e nervos que servem o osso.

Os canais de Havers comunicam-se entre si, com a cavidade medular e com a superfície externa do osso por meio de canais transversais ou oblíquos, chamados canais perfurantes (canais de Volkmann). O interior dos ossos é preenchido pela medula óssea, que pode ser de dois tipos: amarela, constituída por tecido adiposo, e vermelha, formadora de células do sangue.


Tipos de células do osso
As células ósseas ficam localizadas em pequenas cavidades existentes nas camadas concêntricas de matriz mineralizada.
Quando jovens, elas são chamadas osteoblastos(do grego osteon, osso, e blastos, “célula jovem”) e apresentam longas projeções citoplasmáticas, que tocam os osteoblastos vizinhos. Ao secretarem a matriz intercelular ao seu redor, os osteoblastos ficam presos dentro de pequenas câmeras, das quais partem canais que contêm as projeções citoplasmáticas.
Quando a célula óssea se torna madura, transforma-se em osteócito (do grego osteon, osso, e kyton, célula), e seus prolongamentos citoplasmáticos se retraem, de forma que ela passa a ocupar apenas a lacuna central. Os canalículos onde ficavam os prolongamentos servem de comunicação entre uma lacuna e outra, e é através deles que as substâncias nutritivas e o gás oxigênio provenientes do sangue até as células ósseas.




Além dos osteoblastos e dos osteócitos, existem outras células importantes no tecido ósseo: os osteoclástos (do grego klastos, quebrar, destruir). Essas células são especialmente ativas na destruição de áreas lesadas ou envelhecidas do osso, abrindo caminho para a regeneração do tecido pelos osteoblastos. Os cientistas acreditam que os ossos estejam em contínua remodelação, pela atividade conjunta de destruição e reconstrução empreendidas, respectivamente, pelos osteoclastos e osteoblastos. 

A formação do tecido ósseo
A ossificação – formação de tecido ósseo – pode se dar por dois processos: ossificação intramenbranosa e ossificação endocondral.
No primeiro caso, o tecido ósseo surge aos poucos em uma membrana de natureza conjuntiva, não cartilaginosa. Na ossificação endocondral, uma peça de cartilagem, com formato de osso, serve de molde para a confecção de tecido ósseo. Nesse caso, a cartilagem é gradualmente destruída e substituída por tecido ósseo.


Nesses ossos, duas regiões principais sofrerão a ossificação: o cilindro longo, conhecido como diáfise e as extremidades dilatadas, que correspondem as epífises.
Entre a epífise de cada extremidade e a diáfise é mantida uma região de cartilagem, conhecida como cartilagem de crescimento, que possibilitará a ocorrência constante de ossificação endocondral, levando à formação de mais osso. Nesse processo, os osteoclastos desempenham papel importante. Eles efetuam constantemente a reabsorção de tecido ósseo, enquanto novo tecido ósseo é formado.

Os osteoclastos atuam como verdadeiros demolidores de osso, enquanto os osteoblastos exercem papel de construtores de mais osso. Nesse sentido, o processo de crescimento de um osso depende da ação conjunta de reabsorção de osso preexistente e da deposição de novo tecido ósseo. Considerando, por exemplo, o aumento de diâmentro de um osso longo, é preciso efetuar a reabsorção de camada interna da parede óssea, enquanto na parede externa deve ocorrer deposição de mais osso.
O crescimento ocorre até que se atinja determinada idade, a partir da qual a cartilagem de crescimento também sofre ossificação e o crescimento do osso em comprimento cessa.
Remodelação óssea
Depois que o osso atinge seu tamanho e forma adultos, o tecido ósseo antigo é constantemente destruído e um novo tecido é formado em seu lugar, em um processo conhecido como remodelação.
A remodelação ocorre em diferentes velocidades nas várias partes do corpo. Por exemplo, a porção distal do fêmur é substituída a cada 4 meses; já os ossos da mão são completamente substituídos durante a vida inteira do indivíduo. A remodelação permite que os tecidos já gastos ou que tenham sofrido lesões sejam trocados por tecidos novos e sadios. Ela também permite que o osso sirva como reserva de cálcio para o corpo.
Em um adulto saudável, uma delicada homeostase (equilíbrio) é mantida entre a ação dos osteoclastos (reabsorção) durante a remoção de cálcio e a dos osteoblastos (aposição) durante a deposição de cálcio. Se muito cálcio for depositado, podem se formar calos ósseos ou esporas, causando interferências nos movimentos. Se muito cálcio for retirado, há o enfraquecimento dos ossos, tornando-os flexíveis e sujeitos a fraturas.


O crescimento e a remodelação normais dependem de vários fatores
  • suficientes quantidades de cálcio e fósforo devem estar presentes na dieta alimentar do indivíduo;
  • deve-se obter suficiente quantidade de vitaminas, principalmente vitamina D, que participa na absorção do cálcio ingerido;
  • o corpo precisa produzir os hormônios responsáveis pela atividade do tecido ósseo:
Hormônio de crescimento (somatotrofina): secretado pela hipófise, é responsável pelo crescimento dos ossos;
Calcitonina: produzida pela tireóide, inibe a atividade osteoclástica e acelera a absorção de cálcio pelos ossos;
Paratormônio: sintetizado pelas paratireóides, aumenta a atividade e o número de osteoclastos, elevando a taxa de cálcio na corrente sanguínea;
Hormônios sexuais: também estão envolvidos nesse processo, ajudando na atividade osteoblástica e promovendo o crescimento de novo tecido ósseo.
Com o envelhecimento, o sistema esquelético sofre a perda de cálcio. Ela começa geralmente aos 40 anos nas mulheres e continua até que 30% do cálcio nos ossos seja perdido, por volta dos 70 anos. Nos homens, a perda não ocorre antes dos 60 anos. Essa condição é conhecida como osteoporose.
Outro efeito do envelhecimento é a redução da síntese de proteínas, o que diminui a produção da parte orgânica da matriz óssea. Como consequência, há um acúmulo de parte inorgânica da matriz. Em alguns indivíduos idosos, esse processo causa uma fragilização dos ossos, que se tornam mais susceptíveis a fraturas.
O uso de aparelhos ortodônticos é um exemplo de remodelação dos ossos, neste caso, resultando na remodelação da arcada dentária.
Os aparelhos exercem forças diferentes daquelas a que os dentes estão naturalmente submetidos. Nos pontos em que há pressão ocorre reabsorção óssea, enquanto no lado oposta há deposição de matriz. Assim, os dentes movem-se pelos ossos da arcada dentária e passam a ocupar a posição desejada.